Revisor, espião e bot veem uma página comum. Seu comprador vê a oferta real. A decisão acontece no servidor, antes da página abrir — sem redirect, sem segunda página pra quebrar.
Nenhuma delas aparece no relatório do Gerenciador. Todas custam caro.
Uma decisão no servidor, no milissegundo antes do HTML sair — não um script que o robô ignora.
A maioria "detecta bot" no chute. A GoatAds confere o IP contra a faixa que cada plataforma publica — o AdsBot do Google é reconhecido pelo nome. E pega o avançado: o agente que rola a página, mexe o mouse e usa proxy residencial. Esse é o que passa em todas as outras.
Cloak de script pede pro navegador esconder a oferta — e um raspador que não roda JavaScript ignora o pedido e leva sua página inteira. A GoatAds não pede: tranca. Quem bate direto no servidor leva 403. Não há segunda página pro algoritmo achar, nem redirect pra ele rastrear.
O medo de quem já usou cloak: apertar demais e mandar cliente pra isca. A régua separa quem clicou no seu anúncio de quem não clicou — o comprador passa sempre. Proteção que custa venda não é proteção, é prejuízo.
Toda decisão fica registrada, ao vivo: quem era, de onde veio e por que entrou ou não.
A maioria tranca a porta e deixa a sala aberta. A gente tranca as duas.
Sobe sua oferta, roda tráfego de verdade e olha o painel. Se não aparecer bot barrado, você não precisa da gente.
A pergunta não é se eles vão chegar. É se sua oferta vai estar trancada quando chegarem.
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